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Quanto rende R$ 1 milhão por mês? A conta honesta (líquida de IR)

Quanto rende R$ 1 milhão por mês com a Selic em 14,5%: tabela 100k/500k/1mi líquida de IR, premissa datada e a ressalva da inflação. Por Rodrigo Longue, RT CVM.

Quanto rende R$ 1 milhão por mês? A conta honesta (líquida de IR)

Resumo executivo

  • Resposta direta: a 100% do CDI, R$ 1 milhão rende cerca de R$ 11 mil brutos por mês, R$ 9,6 mil líquidos.
  • Premissa datada: Selic de 14,5% ao ano (Copom de abr/2026); muda com a Selic.
  • Cifra-âncora: na poupança o mesmo R$ 1 milhão rende perto de R$ 5 mil, quase metade.
  • Diferença prática: o "rendimento do mês" é bruto; o que cai na conta após o IR é menor.
  • Regra de decisão: sacar tudo o que rende deixa a inflação corroer o poder de compra (conta sustentável adiante).

"Quanto rende R$ 1 milhão por mês?" é uma das buscas mais frequentes de quem chegou perto desse patrimônio, e a maioria das respostas que aparecem no Google traz um número cravado, como se fosse certeza, em valor bruto, sem dizer a data da Selic que usaram.

Aqui a conta é diferente. Mostramos o rendimento sempre com a premissa explícita (qual Selic, qual produto, qual imposto), sempre em valor líquido de Imposto de Renda ao lado do bruto, e por faixa de patrimônio (R$ 100 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão). E fazemos a ressalva que quase nenhum banco faz: o quanto rende no mês não é a mesma coisa que renda que dura.

A resposta curta, com a Selic a 14,5% ao ano (Copom de abril de 2026) e uma aplicação a 100% do CDI: R$ 1 milhão rende na ordem de R$ 11 mil brutos por mês, e por volta de R$ 9,6 mil líquidos de IR. As faixas abaixo são ilustrativas e datadas, não promessa de retorno.

Quanto rende R$ 1 milhão por mês investido?

Depende de três coisas: a taxa do momento, o produto e o imposto. Com a Selic em 14,5% ao ano (definida pelo Copom em 28-29 de abril de 2026, segundo a Agência Brasil) e uma aplicação a 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, a taxa de referência da renda fixa brasileira, que roda bem próxima da Selic), R$ 1 milhão rende por volta de R$ 11 mil por mês em termos brutos.

Descontado o Imposto de Renda da renda fixa, que segue a tabela regressiva (alíquota cai conforme o tempo de aplicação: 22,5% até 180 dias, 20% até 360, 17,5% até 720 e 15% acima de 720 dias), o líquido fica menor, na faixa de R$ 8,7 mil a R$ 9,6 mil por mês conforme o prazo. Em renda fixa isenta de IR (LCI, LCA, CRI, CRA) o líquido tende a ser maior para risco semelhante, porque não há imposto sobre o rendimento.

Há uma ressalva que os números cravados omitem: sacar todo mês tudo o que rende mantém o valor nominal parado e deixa a inflação corroer o poder de compra. Para uma renda que dura, parte do rendimento precisa ser reinvestida. As faixas aqui são ordem de grandeza datada, não garantia. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

Tabela: R$ 100 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão por mês (líquido de IR)

Onde renda fixa rende diferente

A pergunta vale para qualquer patrimônio, então a tabela cobre três faixas. Os valores usam a mesma premissa: Selic 14,5% ao ano (Copom abril/2026), CDI rodando próximo disso, aplicação a 100% do CDI em produto pós-fixado, com Imposto de Renda na tabela regressiva. São aproximações ilustrativas, arredondadas, para dar a ordem de grandeza.

Patrimônio Bruto/mês (100% CDI) Líquido/mês (IR 22,5%, até 180 dias) Líquido/mês (IR 15%, acima de 720 dias)
R$ 100 mil ~R$ 1.130 ~R$ 875 ~R$ 960
R$ 500 mil ~R$ 5.640 ~R$ 4.370 ~R$ 4.790
R$ 1 milhão ~R$ 11.270 ~R$ 8.740 ~R$ 9.580

Repare em dois pontos. O primeiro: a diferença entre o bruto e o líquido não é detalhe. Em R$ 1 milhão, o Imposto de Renda fica entre R$ 1,7 mil e R$ 2,5 mil por mês, dependendo de há quanto tempo o dinheiro está aplicado. O segundo: a alíquota cai com o tempo. Quem deixa o pós-fixado mais de dois anos paga 15% sobre o rendimento; quem resgata em menos de seis meses paga 22,5%. Se o seu foco é a faixa de entrada, a conta detalhada de quanto rende R$ 100 mil investido, por mês, por ano e por produto, está num post à parte.

A alíquota de Imposto de Renda sobre CDB (Certificado de Depósito Bancário, empréstimo do investidor ao banco, com cobertura do FGC até R$ 250 mil por instituição) e Tesouro Selic segue a tabela regressiva: começa em 22,5% para resgates em até 180 dias e cai até 15% acima de 720 dias, conforme a B3 (Bora Investir). Chegou a haver, em 2025, uma proposta de alíquota única em torno de 17,5% a 18% para a renda fixa (parte da MP 1.303/2025), que acabaria com a tabela regressiva, mas essa medida caducou em outubro de 2025 e não foi reintroduzida. Em 2026, a regressiva continua valendo. Para um pós-fixado de longo prazo, isso significa pagar 15% sobre os juros, não sobre o total aplicado.

Quanto rende R$ 1 milhão na poupança por mês?

Bem menos do que num pós-fixado. Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a TR (Taxa Referencial), o que equivale a cerca de 6,17% ao ano mais TR, segundo a regra do Banco Central. Na prática recente, com a TR rodando perto de 0,17% ao mês, o rendimento mensal fica próximo de 0,67%.

Em R$ 1 milhão, isso dá algo entre R$ 5 mil (só a parcela fixa de 0,5%) e R$ 6,7 mil por mês (com a TR atual). A poupança é isenta de Imposto de Renda, então esse valor já é líquido. Ainda assim, perde para um pós-fixado a 100% do CDI: o R$ 1 milhão que renderia por volta de R$ 9,6 mil líquidos num CDB de longo prazo rende perto de R$ 5 mil na poupança no piso da regra.

A conta contra-intuitiva: a poupança não acompanha a Selic quando os juros estão altos. Enquanto o CDI sobe junto com a taxa básica, a poupança fica travada em 0,5% ao mês mais TR. Por isso, num cenário de Selic a 14,5%, a diferença entre poupança e um pós-fixado simples chega a quase dobrar o rendimento mensal sobre o mesmo R$ 1 milhão.

Quanto rende R$ 1 milhão no CDB e no Tesouro Selic?

Os dois rendem na faixa do CDI, com diferenças de detalhe. Um CDB de banco grande costuma pagar em torno de 100% do CDI na liquidez diária, e CDBs de prazo mais longo ou de bancos menores podem pagar acima de 100% do CDI, em troca de mais prazo ou mais risco de crédito. O Tesouro Selic acompanha a Selic com uma pequena taxa de custódia da B3 (0,20% ao ano sobre o valor que excede R$ 10 mil) descontada.

Para R$ 1 milhão a 100% do CDI, o bruto fica perto de R$ 11,3 mil por mês, e o líquido entre R$ 8,7 mil e R$ 9,6 mil conforme o prazo (a mesma faixa da tabela acima). O pós-fixado (título cujo retorno acompanha um indexador variável, como a Selic ou o CDI, refletindo a taxa vigente em cada período) é o instrumento mais previsível para quem quer rendimento mês a mês acompanhando a taxa básica.

O Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária são exemplos de classe de produto, não recomendação. Qual deles, em qual proporção e em qual instituição faz sentido para você depende do seu perfil de risco, do seu horizonte e dos seus objetivos. Análise para fins informativos. Não constitui recomendação de investimento.

Renda fixa isenta rende mais? LCI, LCA, CRI e CRA

Renda nominal vs sustentavel

Para risco parecido, sim, porque não pagam Imposto de Renda. Uma LCI / LCA (Letra de Crédito Imobiliário ou do Agronegócio, renda fixa isenta de IR para pessoa física, lastreada em crédito desses setores) costuma pagar um percentual do CDI um pouco menor que um CDB equivalente (na faixa de 85% a 92% do CDI), mas como o rendimento é livre de imposto, o líquido final pode superar o de um CDB tributado.

Um exemplo de ordem de grandeza: R$ 1 milhão numa isenta a 90% do CDI rende por volta de R$ 10,2 mil por mês, sem desconto de IR. É mais do que os R$ 9,6 mil líquidos do CDB a 100% do CDI no melhor cenário de imposto (15%). A isenção de LCI, LCA, CRI e CRA foi mantida na Lei 15.270/2025, que reorganizou a tributação de investimentos a partir de 2026.

A contrapartida da isenta costuma ser liquidez. LCI e LCA têm carência mínima (em geral 90 dias ou mais) e nem sempre permitem resgate antes do vencimento, enquanto um CDB de liquidez diária você resgata quando quiser. Render mais por mês no papel não serve de nada se você precisa do dinheiro e ele está preso até o vencimento.

O ponto que os bancos não mostram: renda nominal não é renda sustentável

Aqui está a parte que muda a decisão. O rendimento que você vê na tabela é nominal, ou seja, em reais correntes. Se você sacar todo mês tudo o que rendeu, o valor do seu R$ 1 milhão fica parado em R$ 1 milhão para sempre, enquanto os preços sobem. Com a inflação corroendo o poder de compra, daqui a alguns anos esse R$ 1 milhão compra bem menos do que compra hoje.

Faça a conta com a inflação dentro. Suponha um retorno líquido de 12,2% ao ano (100% do CDI a 14,4%, com IR de 15%) e uma inflação de 5% ao ano, medida pelo IPCA (IBGE). O retorno real, acima da inflação, é de cerca de 7,2% ao ano. Para o seu patrimônio não perder poder de compra, você precisaria reinvestir todo mês o equivalente à inflação, e só sacar o que sobra.

Em R$ 1 milhão a 100% do CDI líquido (IR 15%), o rendimento nominal fica perto de R$ 9,6 mil por mês. Mas para repor a inflação de cerca de 5% ao ano e preservar o poder de compra do patrimônio, seria preciso reinvestir por volta de R$ 4 mil por mês. A renda sustentável, a que você pode gastar sem encolher o patrimônio em termos reais, fica na ordem de R$ 5,6 mil por mês, não R$ 9,6 mil. Essa diferença é o que separa "quanto rende" de "quanto dá para viver". Os valores são ilustrativos e datados; rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

Esse raciocínio é o mesmo da chamada regra dos 4% (heurística de aposentadoria que sugere sacar 4% do patrimônio no primeiro ano e reajustar pela inflação, equivalente a 25 vezes o gasto anual): ela existe justamente porque sacar o rendimento nominal cheio esgota o patrimônio com o tempo. No Brasil, pela inflação e pela volatilidade maiores, muitos planejadores usam algo entre 3% e 3,5% como retirada anual conservadora. Por essa lógica, R$ 1 milhão sustentaria uma retirada na faixa de R$ 2,5 mil a R$ 2,9 mil por mês corrigida pela inflação ao longo de décadas (3% a 3,5% ao ano divididos por 12), e não os R$ 9,6 mil do rendimento nominal de um mês de juros altos.

Quem quer transformar patrimônio em renda olha por dois ângulos complementares: quanto o patrimônio rende hoje (este post) e quanto patrimônio seria preciso para uma renda-alvo que dure. Esse segundo ângulo está detalhado em viver de dividendos: quanto investido você precisa e na conta honesta de renda passiva: quanto rende de fato.

Por que o número muda tanto de um lugar para outro

Consultoria revisao carteira

Três variáveis explicam quase toda a diferença entre as respostas que você encontra por aí. A primeira é a Selic da data: um post escrito com a Selic a 15% mostra rendimento maior que um escrito com a Selic a 14,5%, e nenhum dos dois está "errado", apenas datado. A segunda é o produto: poupança, CDB, isenta e Tesouro rendem percentuais diferentes do CDI. A terceira é o imposto: mostrar o bruto infla o número em até 22,5%.

Por isso, qualquer cifra de "quanto rende" só faz sentido com as três premissas declaradas. Quando você vir um número redondo sem data da Selic, sem o produto e sem dizer se é bruto ou líquido, desconfie. A conta correta para comparar dois investimentos é sempre o retorno líquido de IR de aplicações de risco semelhante, na mesma data.

Há ainda o efeito de juntar tudo numa carteira. Distribuir o patrimônio entre classes que reagem de forma diferente ao mesmo cenário, o que se chama asset allocation (alocação de ativos: a divisão do patrimônio entre renda fixa, ações, fundos imobiliários e exterior, definida antes de escolher cada papel), muda o rendimento esperado e o risco de quem vive da carteira. Render o máximo num mês de juros altos não é o mesmo que sustentar renda quando os juros caírem. Como montar essa divisão por objetivo está em asset allocation: o que é e como fazer.

Onde a consultoria entra nessa conta

Quem tem R$ 500 mil ou R$ 1 milhão e quer extrair renda do patrimônio enfrenta decisões que a tabela não resolve sozinha: quanto manter em liquidez, quanto pode ir para prazos mais longos com alíquota menor de IR, quanto faz sentido em isentas, e quanto sacar por mês sem encolher o patrimônio real. A Resolução CVM Nº 19/2021 define a consultoria de valores mobiliários como orientação e recomendação individualizada, aplicada com suitability (análise de adequação do investimento ao perfil de risco do cliente) antes de qualquer recomendação, conforme a Resolução CVM Nº 30/2021.

Na Dinai, o modelo é fee-based (você paga honorário ao consultor, não comissão escondida em produto): não ganhamos comissão por produto, então não há incentivo para empurrar a aplicação que paga mais para quem vende. O estudo Vanguard Advisor's Alpha estima que uma boa consultoria pode adicionar cerca de 3% ao ano ao retorno líquido do investidor, somando disciplina de rebalanceamento, eficiência tributária e contenção de erros de comportamento. Reserva antes de buscar rendimento é parte dessa disciplina; a base está em reserva de emergência: quanto e onde investir.

Perguntas Frequentes

Quanto rende R$ 1 milhão por mês na poupança?

Hoje a poupança rende perto de R$ 5 mil a R$ 6,7 mil por mês para cada R$ 1 milhão. A regra é 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial sempre que a Selic está acima de 8,5% ao ano, e a poupança é isenta de Imposto de Renda. Como a poupança não acompanha a alta dos juros, ela rende quase metade de um pós-fixado a 100% do CDI no cenário atual de Selic a 14,5% ao ano (Copom de abril de 2026).

Quanto rende R$ 1 milhão no CDB por mês, já com o imposto?

Num CDB a 100% do CDI, R$ 1 milhão rende por volta de R$ 11,3 mil brutos por mês com a Selic em 14,5% ao ano. Depois do Imposto de Renda, que segue a tabela regressiva de 22,5% a 15% conforme o prazo, o líquido fica entre R$ 8,7 mil (resgate em menos de 180 dias) e R$ 9,6 mil por mês (aplicação acima de 720 dias). Quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado, menor a alíquota de IR. São valores ilustrativos e datados, não promessa de retorno.

Quanto rende R$ 100 mil e R$ 500 mil por mês?

A mesma lógica vale proporcionalmente. A 100% do CDI com a Selic em 14,5% ao ano, R$ 100 mil rendem por volta de R$ 960 líquidos por mês (IR de 15%, aplicação longa), e R$ 500 mil rendem perto de R$ 4,8 mil líquidos por mês. Na poupança, esses valores caem para cerca de R$ 500 e R$ 2,5 mil por mês, respectivamente. Lembre que esses números são o rendimento de um mês com juros altos, não uma renda que se sustenta para sempre depois da inflação.

Quanto rende R$ 1 milhão no Tesouro Selic?

O Tesouro Selic rende praticamente a Selic do período, menos uma taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano sobre o valor acima de R$ 10 mil, e menos o Imposto de Renda na tabela regressiva. Com a Selic a 14,5% ao ano, R$ 1 milhão no Tesouro Selic rende uma faixa muito parecida com a de um CDB a 100% do CDI: na ordem de R$ 9,5 mil líquidos por mês para uma aplicação de longo prazo. É um dos investimentos mais previsíveis para acompanhar a taxa básica mês a mês.

Dá para viver só do rendimento de R$ 1 milhão?

Dá para sacar o rendimento nominal, mas isso não é o mesmo que renda que dura. Se você sacar todos os juros do mês, o valor do patrimônio fica parado enquanto a inflação corrói o poder de compra. Para preservar o patrimônio em termos reais, é preciso reinvestir o equivalente à inflação (cerca de 5% ao ano) e sacar só o excedente, o que reduz a renda sustentável de R$ 1 milhão para algo na ordem de R$ 3 mil a R$ 5,6 mil por mês conforme a estratégia de retirada. Quanto patrimônio você precisa para uma renda-alvo específica é uma análise individual.

Esses valores são garantidos?

Não. Nenhum rendimento futuro de investimento em valores mobiliários é garantido, e a Resolução CVM Nº 19/2021 veda que consultor ou instituição prometa rentabilidade. As cifras deste post são uma ordem de grandeza calculada com a Selic de 14,5% ao ano vigente em junho de 2026 e mudam quando a Selic muda, quando o produto muda e conforme o Imposto de Renda incidente. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.

Próximo Passo

Saber quanto R$ 1 milhão rende num mês é o começo. Transformar isso numa renda que dura, sem deixar a inflação encolher o patrimônio e sem pagar imposto à toa, é o trabalho de uma estratégia ajustada ao seu perfil e aos seus objetivos. Se você quer montar essa conta para o seu caso, converse com a consultoria da Dinai.


Sobre o autor: Rodrigo Longue é Diretor de Consultoria de Valores Mobiliários da Dinai e responsável técnico (RT) perante a CVM, conforme Ato Declaratório CVM Nº 18.058, de 27/08/2020. É CNPI Fundamentalista pela APIMEC e bacharel em Ciências Econômicas pela UNESP. Como único profissional da Dinai autorizado pela CVM, é o responsável final pelas carteiras recomendadas e pelas recomendações personalizadas entregues aos clientes da consultoria. LinkedIn · Instagram.

Disclaimers:

  • As faixas de rendimento apresentadas são exemplos ilustrativos e datados, calculados com a Selic meta de 14,5% ao ano (Copom de 28-29 de abril de 2026). Não constituem promessa, garantia ou recomendação de rentabilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
  • Poupança, CDB, Tesouro Selic, LCI, LCA, CRI e CRA são citados como exemplos de classe de produto, não como recomendação. A escolha de produto, proporção e instituição depende do perfil de risco, do horizonte e dos objetivos individuais, com análise de suitability conforme a Resolução CVM Nº 30/2021. Consulte um consultor habilitado pela CVM.
  • Conteúdo educacional e de cenário, para fins informativos. Não constitui recomendação de investimento personalizada nem consultoria tributária. Regras de Imposto de Renda conforme a legislação vigente em junho de 2026; confirme a tributação aplicável ao seu caso com profissional habilitado.

Revisão: Este post passa por revisão editorial (blog-reviewer-dinai) e revisão de compliance regulatório (compliance-reviewer) conforme Resolução CVM Nº 19/2021 antes da publicação.

Última atualização: 2026-06-13