Resumo executivo
- Resposta direta: a 100% do CDI, R$ 300 mil rende perto de R$ 3.380 brutos por mês, cerca de R$ 43,2 mil no ano.
- Premissa datada: Selic de 14,5% ao ano (Copom de abr/2026).
- Cifra-âncora: na poupança o mesmo valor rende bem menos, R$ 1.500 a R$ 2.010 por mês.
- Diferença prática: nesta faixa, a eficiência tributária e a divisão da carteira pesam mais que caçar produto.
- Regra de decisão: sacar tudo o que rende deixa a inflação corroer o patrimônio (conta sustentável adiante).
"Quanto rende R$ 300 mil investido" é uma das contas mais buscadas no Google por quem cruzou essa marca, e quase toda resposta traz um número fechado, em valor bruto, sem dizer a data da Selic que usaram e sem descontar o Imposto de Renda. A resposta honesta começa pela premissa: com a Selic a 14,5% ao ano (Copom de abril de 2026) e uma aplicação a 100% do CDI, R$ 300 mil rende por volta de R$ 3.380 brutos por mês, cerca de R$ 2.620 a R$ 2.880 líquidos de IR, ou perto de R$ 43,2 mil brutos ao longo de um ano. As faixas abaixo são ilustrativas e datadas, não promessa de retorno.
Aqui a conta vem sempre com a premissa explícita (qual Selic, qual produto, qual imposto), sempre em valor líquido ao lado do bruto, e por mês e por ano. E com a ressalva que quase nenhum banco faz: R$ 3,4 mil por mês num cenário de juros altos é um rendimento relevante, mas está longe de ser uma renda que se sustenta para sempre depois da inflação.
Se você quer a mesma conta para outros valores, ela está em quanto rende R$ 100 mil investido, em quanto rende R$ 500 mil investido e, com foco no rendimento por mês, em quanto rende R$ 1 milhão por mês. Este post fica no ticket de R$ 300 mil, justamente o ponto em que a estratégia começa a pesar mais que a escolha de um produto isolado.
Quanto rende R$ 300 mil investido por mês e por ano?
Depende de três coisas: a taxa do momento, o produto e o imposto. Com a Selic em 14,5% ao ano (definida pelo Copom em 28-29 de abril de 2026, segundo a Agência Brasil) e uma aplicação a 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário, a taxa de referência da renda fixa brasileira, que roda bem próxima da Selic), R$ 300 mil rende por volta de R$ 3.380 por mês em termos brutos, ou perto de R$ 43,2 mil ao longo de um ano.
Descontado o Imposto de Renda da renda fixa, que cai conforme o tempo de aplicação, o líquido fica menor: na faixa de R$ 2.620 a R$ 2.880 por mês, conforme o prazo. Quem deixa o dinheiro mais de dois anos paga a menor alíquota e fica perto de R$ 2.880 mensais. Em renda fixa isenta de IR (LCI, LCA, CRI, CRA), o líquido tende a ser maior para risco parecido, porque não há imposto sobre o rendimento.
Nesta faixa, a diferença entre dois caminhos já passa de R$ 1,2 mil por mês. Os mesmos R$ 300 mil que rendem perto de R$ 2.880 líquidos num pós-fixado de longo prazo rendem na ordem de R$ 1.500 a R$ 2.010 na poupança. Em um ano, isso significa abrir mão de algo entre R$ 11 mil e R$ 18 mil de rendimento por deixar o dinheiro no lugar errado. É por aqui que a conta começa a mudar: a partir de R$ 300 mil, onde o dinheiro está e como ele é tributado importa mais do que a marca do banco. As cifras são ordem de grandeza datada, não garantia. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
Tabela: quanto rende R$ 300 mil por produto (bruto e líquido de IR)

A pergunta muda de resposta conforme onde o dinheiro está. A tabela cobre os quatro destinos mais buscados, todos com a mesma premissa: Selic 14,5% ao ano (Copom abril/2026), CDI rodando perto disso, com Imposto de Renda na tabela regressiva quando aplicável. São aproximações ilustrativas, arredondadas, para dar a ordem de grandeza. Uma simulação do Seu Dinheiro com a mesma Selic chega a faixas proporcionais a estas.
| Onde (R$ 300 mil) | Bruto/mês | Líquido/mês | Líquido/ano |
|---|---|---|---|
| Poupança (isenta de IR) | ~R$ 1.500 a 2.010 | ~R$ 1.500 a 2.010 | ~R$ 18,5 mil a 25 mil |
| Tesouro Selic | ~R$ 3.380 | ~R$ 2.620 a 2.880 | ~R$ 34,8 mil a 36,7 mil |
| CDB a 100% do CDI | ~R$ 3.380 | ~R$ 2.620 a 2.880 | ~R$ 35,7 mil a 36,7 mil |
| LCI/LCA a 90% do CDI (isenta) | ~R$ 3.050 | ~R$ 3.050 | ~R$ 37,8 mil |
Repare em dois pontos. O primeiro: a diferença entre o bruto e o líquido não é detalhe. No CDB, o Imposto de Renda come de R$ 508 a R$ 761 por mês, dependendo de há quanto tempo o dinheiro está aplicado. O segundo: a poupança fica para trás de forma material. As linhas de líquido por mês variam porque a alíquota cai com o tempo, de 22,5% para 15%, e a diferença entre o primeiro semestre e o terceiro ano de aplicação chega a R$ 250 por mês sobre o mesmo valor.
Quanto rende R$ 300 mil na poupança?
Bem menos do que num pós-fixado. Com a Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% ao mês mais a TR (Taxa Referencial), segundo a regra do Banco Central. Com a TR recente rodando perto de 0,17% ao mês, o rendimento mensal fica em torno de 0,67%.
A poupança rende 0,5% ao mês mais a TR sempre que a Selic está acima de 8,5% ao ano, e é isenta de Imposto de Renda. Em R$ 300 mil, isso dá entre R$ 1.500 por mês (só a parcela fixa de 0,5%) e cerca de R$ 2.010 por mês com a TR atual, já líquidos. No ano, fica na faixa de R$ 18,5 mil a R$ 25 mil. O ponto que pega muita gente: a poupança não acompanha a alta dos juros. Enquanto o CDI sobe junto com a Selic, a poupança fica travada em 0,5% ao mês. Por isso, com a Selic a 14,5% ao ano, os mesmos R$ 300 mil rendem quase o dobro num pós-fixado simples do que na poupança. Os valores são ilustrativos e datados; rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
A conta contra-intuitiva que muita gente com R$ 300 mil descobre tarde: manter esse valor na poupança em ano de juro alto significa abrir mão de mais de R$ 15 mil por ano de rendimento, na comparação com um pós-fixado de mesmo risco e liquidez parecida. A poupança ganha em simplicidade e isenção, mas perde no número final, e quanto maior o patrimônio, maior a conta que essa diferença soma ao longo do tempo.
Quanto rende R$ 300 mil no CDB e no Tesouro Selic?

Os dois rendem na faixa do CDI, com diferenças de detalhe. Um CDB (Certificado de Depósito Bancário, empréstimo do investidor ao banco, com cobertura do FGC até R$ 250 mil por instituição) de banco grande costuma pagar em torno de 100% do CDI na liquidez diária, e prazos mais longos ou bancos menores podem pagar acima disso, em troca de mais tempo ou mais risco de crédito. O Tesouro Selic acompanha a Selic com uma taxa de custódia da B3 de 0,20% ao ano (sobre o valor que excede R$ 10 mil) descontada.
Para R$ 300 mil a 100% do CDI, o bruto fica perto de R$ 3.380 por mês, e o líquido entre R$ 2.620 e R$ 2.880 conforme o prazo. O pós-fixado (título cujo retorno acompanha um indexador variável, como a Selic ou o CDI, refletindo a taxa vigente em cada período) é o instrumento mais previsível para quem quer rendimento mês a mês acompanhando a taxa básica. Um ponto que pesa mais em R$ 300 mil do que em valores menores: o limite de R$ 250 mil por instituição da cobertura do FGC. Concentrar tudo num único CDB deixa R$ 50 mil descobertos, e distribuir entre emissores passa a fazer diferença.
O Imposto de Renda sobre CDB e Tesouro Selic segue a tabela regressiva (a alíquota cai conforme o tempo: 22,5% até 180 dias, 20% até 360, 17,5% até 720 e 15% acima de 720 dias), conforme a B3 (Bora Investir). Em R$ 300 mil a 100% do CDI, isso significa um líquido mensal entre R$ 2.620 (resgate em menos de seis meses) e R$ 2.880 (aplicação acima de dois anos). Chegou a haver, em 2025, uma proposta de alíquota única perto de 17,5% para a renda fixa, parte da MP 1.303/2025, que acabaria com a tabela regressiva; essa medida caducou em outubro de 2025 e não foi reintroduzida. Em 2026, a regressiva continua valendo. Quanto mais tempo o dinheiro fica aplicado, menos imposto você paga sobre o rendimento.
Renda fixa isenta rende mais? LCI, LCA, CRI e CRA
Para risco parecido, sim, porque não pagam Imposto de Renda. Uma LCI / LCA (Letra de Crédito Imobiliário ou do Agronegócio, renda fixa isenta de IR para pessoa física, lastreada em crédito desses setores) costuma pagar um percentual do CDI um pouco menor que um CDB equivalente, na faixa de 85% a 92% do CDI, mas como o rendimento é livre de imposto, o líquido final pode superar o do CDB tributado.
Um exemplo de ordem de grandeza: R$ 300 mil numa isenta a 90% do CDI rende por volta de R$ 3.050 por mês, sem desconto de IR, contra os R$ 2.880 líquidos do CDB a 100% do CDI no melhor cenário de imposto. No ano, são cerca de R$ 37,8 mil livres de imposto. A isenção de LCI, LCA, CRI e CRA foi mantida na Lei 15.270/2025, que reorganizou a tributação de investimentos a partir de 2026.
A contrapartida costuma ser liquidez. LCI e LCA têm carência mínima e nem sempre permitem resgate antes do vencimento, enquanto um CDB de liquidez diária você resgata quando quiser. Render mais por mês no papel não ajuda se você precisa do dinheiro e ele está preso até o vencimento. Em R$ 300 mil, a decisão raramente é "tudo numa coisa": parte fica em liquidez diária para imprevistos, parte vai para prazos mais longos com menos imposto, parte em isentas. Como dividir é a pergunta que mais muda o resultado nesta faixa.
Quanto rende R$ 300 mil por mês de forma que dure?

Aqui está a parte que muda a decisão, e que quase nenhuma simulação mostra. O rendimento que você vê na tabela é nominal, em reais correntes. Se você sacar todo mês os R$ 3,4 mil que renderam, o valor dos seus R$ 300 mil fica parado em R$ 300 mil enquanto os preços sobem. Com a inflação corroendo o poder de compra, daqui a alguns anos esse patrimônio compra bem menos do que compra hoje.
Em R$ 300 mil a 100% do CDI líquido (IR de 15%), o rendimento nominal fica perto de R$ 2.880 por mês. Para repor a inflação de cerca de 5% ao ano, medida pelo IPCA (IBGE), e não deixar o patrimônio encolher em poder de compra, seria preciso reinvestir por volta de R$ 1.250 por mês. A renda que você poderia gastar sem encolher o patrimônio em termos reais cai para algo na ordem de R$ 1.625 por mês, não os R$ 2.880. Por uma régua mais conservadora, a da regra dos 4% (heurística que sugere sacar 4% do patrimônio no primeiro ano e reajustar pela inflação, equivalente a 25 vezes o gasto anual) adaptada ao Brasil para 3% a 3,5% ao ano, R$ 300 mil sustentaria de R$ 750 a R$ 875 por mês por décadas. Essa distância é o que separa "quanto rende" de "quanto dá para viver". Valores ilustrativos e datados.
Isso não diminui o tamanho do marco. R$ 300 mil é um patrimônio que já abre portas: dá para montar uma reserva sólida, diversificar de verdade e começar a pensar em metas de médio prazo com folga. Quem quer entender quanto patrimônio precisa para uma renda-alvo que dure encontra a conta inversa em viver de dividendos: quanto investido você precisa e em renda passiva: quanto rende de fato.
Por que R$ 300 mil é o ponto em que a estratégia pesa mais que o produto
Até a faixa dos R$ 100 mil, a conta que mais importava era poupar. Em R$ 300 mil, ela vira: três decisões passam a mover o resultado mais do que escolher entre um CDB e outro.
A primeira é a eficiência tributária. Distribuir o dinheiro entre prazos diferentes, casar vencimentos com objetivos e usar isentas onde fazem sentido pode somar centenas de reais por mês sem aumentar o risco. A segunda é a cobertura do FGC: acima de R$ 250 mil por instituição, concentrar deixa parte do patrimônio descoberto. A terceira é a divisão entre classes, o que se chama asset allocation (alocação de ativos: a divisão do patrimônio entre renda fixa, ações, fundos imobiliários e exterior, definida antes de escolher cada papel): render o máximo num mês de juros altos não é o mesmo que sustentar uma carteira quando os juros caírem. Como montar essa divisão por objetivo está em asset allocation: o que é e como fazer, e o primeiro corte, por perfil de risco, em perfil de investidor: conservador, moderado ou arrojado.
O Tesouro Selic, os CDBs de liquidez diária e as letras isentas são exemplos de classe de produto, não recomendação. Qual deles, em qual proporção e em qual instituição faz sentido para você depende do seu perfil de risco, do seu horizonte e dos seus objetivos, com análise de suitability (análise de adequação do investimento ao perfil de risco do cliente) conforme a Resolução CVM Nº 30/2021. A partir de R$ 100 mil investidos, a Dinai oferece uma análise de carteira sem custo, com proposta de rebalanceamento e uma reunião para explicar o porquê de cada escolha. Análise para fins informativos. Não constitui recomendação de investimento.
R$ 300 mil também é o ponto em que vale a pena ter alguém olhando a conta inteira com você. O modelo da Dinai é fee-based (você paga honorário ao consultor, não comissão escondida em produto): não ganhamos comissão por produto, então não há incentivo para empurrar a aplicação que paga mais para quem vende. O estudo Vanguard Advisor's Alpha estima que uma boa consultoria pode adicionar cerca de 3% ao ano ao retorno líquido do investidor, somando disciplina de rebalanceamento, eficiência tributária e contenção de erros de comportamento. Nessa faixa de patrimônio, o trabalho é pontual e o honorário é fixo, não um percentual sobre o que você tem. Antes de buscar rendimento, vale ter a reserva no lugar certo, base que está em reserva de emergência: quanto e onde investir.
Perguntas Frequentes
Quanto rende R$ 300 mil por mês?
Num investimento que paga 100% do CDI, R$ 300 mil rende por volta de R$ 3.380 por mês em valor bruto, com a Selic a 14,5% ao ano (Copom de abril de 2026). Depois do Imposto de Renda, o líquido fica entre R$ 2.620 e R$ 2.880 por mês, conforme o prazo, já que a alíquota cai de 22,5% para 15% com o tempo de aplicação. Na poupança, o mesmo valor rende de R$ 1.500 a R$ 2.010 por mês. São cifras ilustrativas e datadas, não promessa de retorno.
Quanto rende R$ 300 mil na poupança?
A poupança paga 0,5% ao mês mais a Taxa Referencial enquanto a Selic está acima de 8,5% ao ano, e é isenta de Imposto de Renda. Em R$ 300 mil, isso dá de R$ 1.500 por mês (só a parcela fixa) a cerca de R$ 2.010 por mês com a TR recente. Como a poupança não acompanha a alta dos juros, ela rende quase metade de um pós-fixado a 100% do CDI no cenário atual de Selic a 14,5% ao ano.
Quanto rende R$ 300 mil no CDB, já com o imposto?
Num CDB a 100% do CDI, R$ 300 mil rende cerca de R$ 3.380 brutos por mês. Depois do Imposto de Renda na tabela regressiva, que vai de 22,5% a 15% conforme o prazo, o líquido fica entre R$ 2.620 (resgate em menos de 180 dias) e R$ 2.880 por mês (aplicação acima de dois anos). Acima de R$ 250 mil num único emissor, lembre que a cobertura do FGC fica limitada a R$ 250 mil por instituição. São valores ilustrativos e datados.
Quanto rende R$ 300 mil por ano?
Deixado rendendo a 100% do CDI com a Selic a 14,5% ao ano, R$ 300 mil rende cerca de R$ 43,2 mil brutos em um ano. Líquido de Imposto de Renda, fica entre R$ 35,7 mil (alíquota de 17,5%, aplicação de cerca de um ano) e R$ 36,7 mil (15%, acima de dois anos). Numa renda fixa isenta a 90% do CDI, o rendimento anual ronda R$ 37,8 mil sem desconto de imposto. O valor anual é maior que doze vezes o mensal porque o juro capitaliza quando não é sacado.
Dá para viver de renda com R$ 300 mil?
Na prática, ainda não como renda única que dure. O rendimento de um mês de juros altos, perto de R$ 2,9 mil líquidos, é relevante, mas sacar tudo deixa a inflação corroer o patrimônio. Para preservar o poder de compra, é preciso reinvestir o equivalente à inflação e sacar só o excedente, o que reduz a renda sustentável de R$ 300 mil para algo entre R$ 750 e R$ 1.625 por mês conforme a régua de retirada. R$ 300 mil é um marco que abre opções de médio prazo, não uma aposentadoria pronta.
Esses valores são garantidos?
Não. Nenhum rendimento futuro de investimento em valores mobiliários é garantido, e a Resolução CVM Nº 19/2021 veda que consultor ou instituição prometa rentabilidade. As cifras deste post são uma ordem de grandeza calculada com a Selic de 14,5% ao ano vigente em junho de 2026 e mudam quando a Selic muda, quando o produto muda e conforme o Imposto de Renda incidente. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
Próximo Passo
Saber quanto R$ 300 mil rende é o primeiro passo. O segundo, que muda mais o resultado, é decidir quanto fica em liquidez, quanto vai para prazos mais longos com menos imposto, quanto faz sentido em isentas e como dividir o restante entre classes. Se você quer montar essa conta para o seu caso, converse com a consultoria da Dinai.
Sobre o autor: Rodrigo Longue é Diretor de Consultoria de Valores Mobiliários da Dinai e responsável técnico (RT) perante a CVM, conforme Ato Declaratório CVM Nº 18.058, de 27/08/2020. É CNPI Fundamentalista pela APIMEC e bacharel em Ciências Econômicas pela UNESP. Como único profissional da Dinai autorizado pela CVM, é o responsável final pelas carteiras recomendadas e pelas recomendações personalizadas entregues aos clientes da consultoria. LinkedIn · Instagram.
Disclaimers:
- As faixas de rendimento apresentadas são exemplos ilustrativos e datados, calculados com a Selic meta de 14,5% ao ano (Copom de 28-29 de abril de 2026). Não constituem promessa, garantia ou recomendação de rentabilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros.
- Poupança, CDB, Tesouro Selic, LCI, LCA, CRI e CRA são citados como exemplos de classe de produto, não como recomendação. A escolha de produto, proporção e instituição depende do perfil de risco, do horizonte e dos objetivos individuais, com análise de suitability conforme a Resolução CVM Nº 30/2021. Consulte um consultor habilitado pela CVM.
- Conteúdo educacional e de cenário, para fins informativos. Não constitui recomendação de investimento personalizada nem consultoria tributária. Regras de Imposto de Renda conforme a legislação vigente em junho de 2026; confirme a tributação aplicável ao seu caso com profissional habilitado.
Revisão: Este post passa por revisão editorial (blog-reviewer-dinai) e revisão de compliance regulatório (compliance-reviewer) conforme Resolução CVM Nº 19/2021 antes da publicação.
Última atualização: 2026-06-15

